Após a perda de um familiar, a família precisa lidar com uma série de tarefas práticas e emocionais. Uma das mais difíceis, e que costuma ser adiada, é decidir o que fazer com os pertences do ente querido falecido.
Lidar com esses objetos é uma etapa natural do luto. Para ajudar neste momento, a Central Traslado Funerário preparou um guia prático e respeitoso. Continue a leitura!
O apego aos pertences do ente querido falecido é natural, pois eles funcionam como uma ponte tátil com a memória da pessoa. Tocar em uma roupa ou sentir o cheiro de um objeto pode reacender lembranças, trazendo conforto e dor ao mesmo tempo.
Muitas famílias sentem culpa ou ansiedade ao pensar em desfazer-se de algo. Contudo, é fundamental entender que preservar a memória não significa guardar todos os objetos. O processo de separação pode, na verdade, ajudar na aceitação da perda.
Lidar com os pertences do ente querido falecido não é algo que deve ser feito com pressa. É recomendável esperar algumas semanas ou meses após o falecimento, quando a intensidade do luto imediato tiver diminuído.
O primeiro passo é separar os pertences em categorias claras:
Envolva a família na decisão. É importante que todos se sintam incluídos no processo de separação dos pertences do ente querido falecido.
Após a triagem, é hora de decidir o destino dos itens:
Não há um prazo certo para lidar com os pertences do ente querido falecido. O processo de luto é individual. Se a tarefa se tornar emocionalmente esmagadora, não hesite em pedir ajuda a amigos, familiares ou profissionais. É permitido parar, respirar e retomar o processo quando se sentir mais forte.
A Central Traslado Funerário entende que lidar com a logística do último adeus e com os pertences do ente querido falecido exige sensibilidade. Nosso compromisso é oferecer um suporte humanizado, auxiliando com os trâmites do transporte funerário para que você tenha tempo e espaço para viver o seu luto.
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